BIRTHRIGHT from Sean Mullens on Vimeo.
One man’s struggle to transcend
Citando o kayak journal, "It depicts with equal beauty and respect the daily ritual of Michael, a man who lost the use of both legs, to find his natural self through surfing."
Escrito por
Maria Albertina
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
20:59
O que são os derivadados financeiros, uma perspectiva de bar
Este site tem uma explicação hilariante do que são os derivados financeiros.
Diz-se "pro-cras-ti-nar"
Ora vamos lá começar a trabalhar..... [2 segundos passam] Vou só ver aqui mais esta página, e mais este link, e mais este, [eh lá, o que é isto, deixa lá ver], hey, mais um mail... [30m passam], .... repetir ad infinitum.... [3h depois] Hmmm.. doi-me a cabeça.. não consigo trabalhar mais hoje. Amanhã vou começar bem cedinho. Vou começar por ler os emails..
Procrastinar.
Procrastinar.
Procrastination from Johnny Kelly on Vimeo.
Escrito por
Maria Albertina
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
16:12
Percurssão mecânica usando wiimotes.
Percurssão mecânica usando wiimotes, pelo musico e engenhocas jazari.
Tutorial de chromakey e video de heroismo
O video acima é um tutorial de como fazer um ecrã para chroma key ? para aplicações tipo metereologia e passar videos no background.
O video abaixo é um sujeito num mega acto heroico.
Elogio da preguiça
Elogio da preguiça
por Juvenal Antunes, in Cismas, 1908.
Bendita sejas tu, Preguiça amada,
Que não consentes que eu me ocupe em nada!
Mas queiras tu, Preguiça, ou tu não queiras,
Hei de dizer, em versos, quatro asneiras.
Não permuto por toda a humana ciência
Esta minha honestíssima indolência.
Lá está, na Bíblia, esta doutrina sã:
-Não te importes com o dia de amanhã.
Para mim, já é grande sacrifício
Ter de engolir o bolo alimentício.
Ó sábios, dai à luz um novo invento:
A nutrição ser feita pelo vento!
Todo trabalho humano, em que se encerra?
Em, na paz, preparar a luta, a guerra!
Dos tratados, e leis, e ordenações,
Zomba a jurisprudência dos canhões!
Juristas, que queimais vossas pestanas,
Tudo que legislais dá em pantanas.
Plantas a terra, lavrador? Trabalhas
Para atiçar o fogo das batalhas!
Cresce o teu filho? É belo? É forte? É loiro?
- Mas uma rês votada ao matadouro!
Pois, se assim é, se os homens são chacais,
Se preferem a guerra à doce paz...
Que arda, depressa , a colossal fogueira
E morra assada, a humanidade inteira!
Não seria melhor que toda gente,
Em vez de trabalhar, fosse indolente?
Não seria melhor viver à sorte,
Se o fim de tudo é sempre o nada, a morte?
Queres riquezas, glórias e poder?
Para que, se amanhã tens de morrer?
Qual mais feliz? O mísero sendeiro,
Sob o chicote e as pragas do cocheiro...
Ou seus antepassados que, selvagens,
Viviam, livremente, nas pastagens?
Do Trabalho por serem tão amigas,
Não sei se são felizes as formigas!
Talvez o sejam mais, vivendo em larvas,
As preguiçosas, pálidas cigarras!
Ó Laura, tu te queixas que eu, farcista,
Ontem faltei, à hora da entrevista,
E, que ingrato, volúvel e traidor,
Troquei o teu amor - por outro amor.
Ou que, receando a fúria marital,
Não quis pular o muro do quintal.
Que me não faças mais essa injustiça,
Se ontem não fui te ver, foi por preguiça.
Mas, Juvenal, estás a trabalhar!
Larga a caneta e vai dormir, sonhar.
Copiado do ondas3.
por Juvenal Antunes, in Cismas, 1908.
Bendita sejas tu, Preguiça amada,
Que não consentes que eu me ocupe em nada!
Mas queiras tu, Preguiça, ou tu não queiras,
Hei de dizer, em versos, quatro asneiras.
Não permuto por toda a humana ciência
Esta minha honestíssima indolência.
Lá está, na Bíblia, esta doutrina sã:
-Não te importes com o dia de amanhã.
Para mim, já é grande sacrifício
Ter de engolir o bolo alimentício.
Ó sábios, dai à luz um novo invento:
A nutrição ser feita pelo vento!
Todo trabalho humano, em que se encerra?
Em, na paz, preparar a luta, a guerra!
Dos tratados, e leis, e ordenações,
Zomba a jurisprudência dos canhões!
Juristas, que queimais vossas pestanas,
Tudo que legislais dá em pantanas.
Plantas a terra, lavrador? Trabalhas
Para atiçar o fogo das batalhas!
Cresce o teu filho? É belo? É forte? É loiro?
- Mas uma rês votada ao matadouro!
Pois, se assim é, se os homens são chacais,
Se preferem a guerra à doce paz...
Que arda, depressa , a colossal fogueira
E morra assada, a humanidade inteira!
Não seria melhor que toda gente,
Em vez de trabalhar, fosse indolente?
Não seria melhor viver à sorte,
Se o fim de tudo é sempre o nada, a morte?
Queres riquezas, glórias e poder?
Para que, se amanhã tens de morrer?
Qual mais feliz? O mísero sendeiro,
Sob o chicote e as pragas do cocheiro...
Ou seus antepassados que, selvagens,
Viviam, livremente, nas pastagens?
Do Trabalho por serem tão amigas,
Não sei se são felizes as formigas!
Talvez o sejam mais, vivendo em larvas,
As preguiçosas, pálidas cigarras!
Ó Laura, tu te queixas que eu, farcista,
Ontem faltei, à hora da entrevista,
E, que ingrato, volúvel e traidor,
Troquei o teu amor - por outro amor.
Ou que, receando a fúria marital,
Não quis pular o muro do quintal.
Que me não faças mais essa injustiça,
Se ontem não fui te ver, foi por preguiça.
Mas, Juvenal, estás a trabalhar!
Larga a caneta e vai dormir, sonhar.
Copiado do ondas3.
O Estrelamim a Planta Armadilha não carnivora
Já a tinha encontrado de Norte a Sul de Portugal, e agora ao ver o blog dias-com-árvores descobri que se trata de uma planta que armadilha insectos para bzuntá-los de polen e dá pelo nome de Estrelamim ou orelhinhas-do-diabo. A sua fisionomia faz lembrar as sarracenias com os seus convidativos bebedouros para insectos que na realidade são um sistema digestivo.
Por curiosidade fui ver se havia alguma planta carnivora exclusivamente portuguesa e descobri a Drosophyllum lusitanicum que existe na peninsula ibérica e marrocos.
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